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Çairé 2020: beleza, sincretismo e o "novo normal"

Çairé 2020: beleza, sincretismo e o "novo normal"
Leonardo Milano
set. 12 - 1 min de leitura
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Por: Leonardo Milano

Com mais de 300 anos de tradição e comemorado no mês de setembro, o Festival Çairé é uma grande manifestação folclórico-religiosa, de encontro entre a cultura indígena amazônica e a religião católica, introduzida com a chegada dos jesuítas. De origem indígena, a festa foi sendo modificada pelos portugueses ao longo dos anos e, hoje, todos os ritos e ladainhas são cantados em latim. Em 2005, a prefeitura de Santarém determinou que a palavra Çairé passasse a ser escrita com "s", para se adequar à língua dos colonizadores.

Devido à Covid-19, o Çairé desde ano acontece de forma reduzida, para evitar aglomerações. Na última quinta-feira (10), o festival iniciou sua programação, com a Missa em Ação de Graça, seguida da Procissão Fluvial e da Carreata pelas ruas de Alter do Chão. Com o "novo normal", trazido pela pandemia, as máscaras de contenção passaram a fazer parte do figurino dos participantes. 

A programação do Çairé de 2020 segue no dia 17 e se encerra no dia 19/09, com distribuição de Tarubá - bebida típica indígena - e a apresentação do grupo Espanta Cão. Confira a programação completa do Çairé deste ano, e as fotografias do primeiro dia do festival. 

Saiba mais em Sairé: a verdadeira resistência

Confira a programação completa do Çairé de 2020


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