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O corpo humano, o ecossistema vivo

O corpo humano, o ecossistema vivo

É emocionante quando a gente se dá conta que faz parte de uma vida só. Que é um planeta só e que nós somos apenas células dessa grande estrutura e que sem a conexão entre nós, a vida não é possível. Só existimos porque estamos conectados e que essa vida será mantida exatamente pela capacidade de manter essa conexão.

Dentro dessa concepção você vai vendo um grande ECOSSISTEMA chamado ECOSSISTEMA TERRA,  que tem ecossistemas florestais, dos oceanos, dos rios.

Depois esses ecossistemas dentro do mesmo rio que tem uma parte que envolve um tipo de morador, outra parte que desenvolve outros tipos.

E nós vamos fazer parte desses moradores. Vamos morar naqueles vilarejos, vamos interagir, vamos trocar, vamos eliminar as coisas dos nossos corpos que vão servir para a manutenção de outras vidas. Porque tudo que sai do nosso corpo também serve para os outros. Tem muitos seres que se alimentam das coisas que a gente elimina e depois, voltamos para nosso próprio corpo e então descobrimos esse mundo que é o

ECOSSISTEMA DO NOSSO PRÓPRIO CORPO

Vocês vejam que até aqui aprendemos que um corpo é como se fosse uma máquina que precisa de uma boa gasolina, que precisa de um bom alimento para ele se manter saudável e firme. Que a função do coração é bombear o sangue, a do pulmão respirar. A gente aprende bem como essa maquininha funciona.

E hoje ha uma outra possibilidade de olharmos o corpo onde os microbiologistas tem chamado a atenção para prestarmos a atenção no corpo como um ecossistema vivo.

Antes da gente ter a ideia do nosso corpo como máquina, a gente tinha uma imagem de como se fosse um templo dos deuses. Que os deuses se manifestavam através de nós e depois ele virou um corpo máquina. Depois essa ideia de que vem junto de que nós na verdade não somos matéria, de que somos energia condensada.

Como todas as terapias vitalicias apontam de que somos um fluxo de energia que entra e sai, que se movimenta. Que a aparência da nossa matéria na verdade é uma energia e essa ideia também de um corpo como ecossistema.

Cada ideia dessa nos dará uma ideia do que a alimenta. Se eu entendo que o corpo é um corpo de energia eu vou buscar energia para alimentar o corpo de energia. Se eu entendo o corpo como ecossistema vivo eu vou buscar a harmonia do ecossistema vivo através do alimento.

Essa concepção vai dirigir as nossas escolhas alimentares.

Comecem a viajar comigo e a imaginar isso:

100 trilhões de microorganismos moram com a gente. 100.000.000.000 !

Nós temos 30 trilhões de células.

Tem 3 vezes mais moradores aqui do que aqueles que a gente mesmo produz.

Isso é muito curioso porque a gente pensa se faz sentido a gente falar em EU.

Não tem sentido. Quem sou eu? 

Somos nós!

Tem mais gente aqui do que eu mesmo.

Dessas espécies, dos microoganismos vivos, nós temos entre 3 mil e 10 mil espécies diferentes de bactérias que moram direto com a gente. Residentes fixas. Fixas, não saem.

E temos também a turma que está só de passagem. Vem visitar a gente. Se estamos dando mole pra elas, elas chegam. Se damos uma comidinha boa para elas, elas vem.

Só no antebraço nosso, isso é uma pesquisa do Dr. M. Blaser, ele encontrou 182 espécies. Só nesse pedacinho 182 espécies de bactérias morando ali. E dessas, 8% das bactérias que moravam ali, eles nunca tinham visto antes, não eram catalogadas ainda como bactérias conhecidas e ele repetiu o experimento "trocentas" vezes e cada vez ele encontrou 8% novas bactérias.

Vocês imaginem então esse ecossistema onde você tem 10 milhões de células que morrem por segundo.

Olha só, fantasia isso:

Um monte de bactérias rolando cheia da gente e essas células que vão morrendo, que vão nascendo novas e esses bichinhos que estão ai vivendo com a gente.

100 mil reações químicas por segundo. Não conseguimos nem imaginar isso, não é?

E somos nós! É você! É você que está assim, cheia de vidazinha aí pulsando, cheia de gente pulsando com você.

Toda semana nosso intestino troca a mucosa dele. Pode imaginar que nós temos essa renovação, essa revitalização constante? Não somos a mesma coisa é nunca. Toda semana somos outro. Dizem que a cada 7 anos poderíamos mudar de nome que é quando fecha o ciclo de todas as células. A cada 7 anos você nasce de novo.

Essa coisa maravilhosa que é o corpo vibrando e cheio e cheio dessas coisas acontecendo elas tem uma função ainda que é muito nobre na nossa especie: é que somos nós animais homeotérmicos, o que é isso?

Nós temos que fazer tudo para mantermos uma temperatura constante. Gastamos muita energia para manter essa energia constante. A maior parte da nossa energia é usada para isso.

E isso é feito com todo esse arranjo do ecossistema.

Agora os sistemas que são os gastrointestinais e respiratório que são abertos, eles é que serão os responsáveis pela manutenção desse equilíbrio.

Então sabemos né: quando estamos correndo e o corpo começa a aquecer. O que acontece com a respiração? Ela acelera e hiperventila para baixar a temperatura. Porque ela não pode subir nem baixar demais. Porque senão a vida se atrapalha. Nosso corpo todo é feito para manter isso em funcionamento.

O espaço que está entre as células, e esse espaço que também é responsável para manter o contato entre uma  célula e outra, transmitir a informação de uma célula para outra: está na hora de produzir determinado hormônio, como é que se comunica?  vai comunicando esse espaço, vai passando a informação para outra.

Vocês imaginem isso com essa velocidade de 100 mil reações químicas por segundo. A intensidade da vida pulsando dentro de nós.

O sistema vivo então vai processar essa informação de uma célula para outra sob a forma de energia: elétrica, com vibrações, oscilações de frequência de ondas, só que elas fazem tudo isso junto com os microorganismos. Nenhuma reação química do nosso corpo é feita somente pela gente sozinha. Ela é intermediada pelos microorganismos. Eles são fundamentais na nossa existência. Não haveria esse funcionamento se eles não estivessem aqui no nosso corpo. Por isso que estão 3 vezes mais presentes do que as celulase que nós somos capazes de  produzir.

Essa dimensão de que esse "corpinho", ele reproduz a dimensão do planeta Terra onde todos os bichinhos contribui para o outro, um precisa do outro, um vai alimentar o outro. Essa visão de um ecossistema vivo, isso muda tudo em nossa vida. Porque a gente precisa dos vizinhos, a gente precisa dos amigos, nós precisamos de todo mundo para interagir, para nos alimentar.

Agora, o que acontece na hora que nós descobrimos que o microorgamismo é legal?

Nós temos 2 grandes grupos de microorganismos: os que ajudam a gente a viver e os microorganismos que vem para decompor uma matéria que não é mais utilizada pelo nosso ecossistema, que em geral são chamados de microorganismos patogênicos.

Nós achamos que o vírus da gripe entrou na gente. Entrou porque cismou. Entrou nada, ele já mora dentro e a gente deu comida para eles se reproduzirem, e se reproduziram, reproduziram,...,...

E eles vieram para limpar a gente, tirar os mucos que estavam sendo produzidos dentro da gente. Eles vieram trabalhar a serviço da gente. Então a doença passa a ser olhada como uma benção, como um caminho de voltar ao equilíbrio de um corpo, de um ecossistema que desarmonizou.

A nossa visão do que é que nós vamos tratar se estamos adoecidos ou não muda tudo.

Vejam o seguinte: os microoganismos "do bem", aqueles que ajudam a gente a viver, eles desenvolvem um tipo de relacionamento com a gente, que são os relacionamentos de parceria. Eles não tiram nada sem nos dar algo em troca, são as chamadas relações de PROTO COOPERAÇÃO, relações de mutualismo, de troca mútua. Ou eles moram simplesmente com a gente, são nossos inquilinos que não nos prejudicam.

E os "bichinhos" patogênicos eles estariam desenvolvendo com a gente uma relação que é diferente, são relações de parasitismo, estão comendo os alimentos, estão competindo com os alimentos que comemos, eles vão comer também. Eles vão se instalar e bloquear o crescimento de algumas especies que são uteis para nós.

E como faremos para chamar para o nosso ecossistema aqueles que são nossos companheiros?

Eles vivem,  os companheiros nossos, vivem em um ambiente químico com PH ALCALINO, os patogênicos vivem em ambientes com PH ÁCIDO. Essa é uma descoberta dos bioquímicos.

Quanto mais pudermos alcalinizar o nosso ecossistema, os nossos "rios", as nossas "cachoeiras", as nossas "florestas", quanto mais a gente alcalinizar, mais chega essa turma que vai ajudar a gente a viver.

Quanto mais a gente acidifica mais estamos convidando os microorganismos que são considerados  patogênicos. Coitados, eles não são patogênicos nada! Eles estão na natureza igual, mas são classificados porque para nós ele não será útil, ele vai competir com a gente ali. Não interessa morarmos com eles.

Como é que ALCALINIZA?

Tem muitas coisas que alcalinizam, não é só a comida não. Mas, todos os alimentos crus alcalinizam e todos os alimentos cozidos e guardados por muito tempo são acidificantes.

Porém as emoções também acidificam ou alcalinizam nosso corpo.

Ai vamos começar a pensar o que é que nos vamos fazer da nossa própria vida, onde entra a tal conversa sobre ESTILO DE VIDA, e nós não vamos poder escapar dela.

Os relacionamentos ácidos.

Relacionamentos alcalinos.

Fundamental fazer essas distinções.

Quem é que vem para atrapalhar, parasitar e quem é que vem para contribuir. Sabedoria isso é com certeza.

Amor alcaliniza.

O amor alcaliniza.

É uma coisa que vai cair necessariamente na conversa sobre estilo de vida.

O que você vai fazer com seu trabalho, com seu lazer.

Se o seu trabalho gera tensão, uma infelicidade, uma tristeza, você está acidificando seu corpo.

Se o seu lazer não lhe traz satisfação total você também está acidificando seu corpo.

contato com a natureza, alcaliniza o corpo

A ideia do ecossistema nos responsabiliza cada vez mais por nossas escolhas e para que nós prestemos a atenção em nós mesmos.

Isso para mim tem sido um desafio muito grande na minha própria vida porque nossa cultura nos empurra a cuidar dos outros, não é?

Especialmente nós mulheres que com essa história dessa mãe que foi inventada na cultura ocidental, ela praticamente deixa de existir para cuidar dos filhos.

Isso é uma ideia, vc sabe!

Não é uma verdade. Isso é uma ideia e nós aceitamos essa ideia e vai achando que cuidar dos outros é mais importante que cuidar de nós mesmos.

Ora,  você não cuida do ecossistema do outro. O ecossistema do outro é do outro! 

Nós só podemos dar conta do nosso próprio ecossistema, e olhe lá que já é uma tarefa e tanto. Mas isso está em nossas mãos a todo momento. Isso está em nossas mãos! A apropriação desse conhecimento está em nossas mãos.

A cada dia que você acorda e que você vai ter que decidir o que vai comer, preparar, como é que vai ser seu dia, organizar sua semana, você esta tomando uma decisão de como é que você quer criar seus microorganismos dos quais você depende.

Você depende deles.

Vai ser engraçado a noite quando vocês forem dormir e antes de dormir você vai ter que se despedir de toda sua galera:

- Ow galera agora nos vamos dormir.

Já imaginou como muda, ate a oração vai mudar, você vai ter que pedir paz para eles também.

É uma coisa impressionante que estou falando de microorganismos mas tem uma galera que não é tão micro assim, são esses que moram no nosso cabelo.

- Vocês já viram a quantidade?

- Piolhos?

- Não, piolhos é quando tem muita comida para eles. Podem ver isso. Pessoa que come muito doce se não chega mais piolho, porque sai o doce na pele.

É isso que vamos observar na nossa vida, o que é que desarranja o ecossistema.

Imaginem então que todo mosso "corpicho" começa a ganhar uma nova dimensão em todos os nossos atos.

- Quero saber de vocês como é a ideia de que você não é mais sozinho?

- Em que você acha que isso pode modificar?

- Você consegue alcançar essa ideia ? Você consegue?

Pois é, vamos trazendo valores que são completamente diferentes.

Os valores do COM,  compartilhar, compaixão, porque você passa a deixar de ser o EU para ser o COM.

Essa percepção de que todos somos um e de que cada um tem o seu momento de ser vivido e que tem as mesmas dificuldades que nós, isso gera a experiencia da compaixão que vai fazer com que a gente de as mãos uns para os outros.

Ir de mãos dadas, dai a palavra irmãos.

Agora vocês veem o seguinte, os microbiologistas quando eles estão colocando isso no ar de que a população precisa considerar isso, eles estão extremamente preocupados com o que estamos fazendo com os nossos corpos.

Você quando acorda de manhã, você vai lavar seu rosto com água clorada, depois você vai escovar seu dente com um abrasivo químico, que vai sair também na água, depois você vai usar um sabão que mata bactérias, depois você vai usar xampu que estão matando todos esses microorganismos.

Então os microbiologistas estão dizendo que estão desaparecendo especies no nosso ecossistema corporal que são fundamentais na produção de determinadas substancias químicas da nossa existência.

Essa quantidade de produtos químicos que usamos nos nossos corpos não faz nenhum sentido.

E de verdade elas são usadas para que?

Para tirar o mau cheiro do ecossistema que está produzindo gases fétidos.

Quando nós temos uma infecção intestinal nós produzimos gases fétidos não é? Todo mundo sabe que tem uma coisa errada ali.

Quando a gente tem CC debaixo do braço ninguém diz que aquilo ali são gases fétidos, mas são!

Se nós temos cheiros no corpo são todos produções de que tem alguma coisa em desarmonia.

Com isso vamos procurar os produtos químicos para fazer um disfarce, mais aquilo que é essencial, que é a limpeza corporal através do alimento, essa nós não fazemos e é por isso que o alimento vivo tem sido chamado de alimento desodorizante, porque nunca mais você tem cheiro debaixo do braço, de xoxota, de bunda, chulé. Tudo isso acaba e então não precisamos mais de produtos químicos e enquanto esta na transição- LIMÃO, limão é um excelente alcalinizante.

E mau hálito? mau hálito não é mole. Hoje está muito comum, os estômagos da população estão muito prejudicados. Muito prejudicados.

Tem uma bactéria, o Heliobacter Pylori, que a medicina convencional começou a achar que era um bicho do mal pra gente. E tome le antibióticos para acabar com o Heliobacter.

Os microbiologistas estão fazendo um alerta de que elas são fundamentais no processamento do ácido gástrico que vai fazer a digestão de uma porção de outras coisas. Nós não podemos acabar com o H. pylori. O que tem ocorrido é um desiquilíbrio da quantidade por conta do desiquilíbrio do ecossistema.

Vocês vão vendo a dimensão que isso vai atingindo e aonde vai nossa responsabilidade que vai além da escolha do que vamos comer mais do que vamos colocar no nosso corpo.

Isso vai além:

Por que tem tanto rato e tanta barata nas cidades?

Porque desequilibramos o ambiente, tem excesso de comida para eles, eles vão crescer é claro!

Eles estão limpando nosso lixo e nós temos nojo deles. São os decompositores. Nós criamos mitos em cima de determinados animais. Isso é uma história muito antiga. Por  exemplo medo de sapos,  baratas e histeria feminina (isso é uma relação direta).

Notem que é uma coisa que vai para além da comida que estamos colocando na mesa.

Porque na verdade não dá para desassociar o momento que nós entramos com a compreensão que somos todos um. Que somos todos interconectados. Que somos todos resultados dos nossos encontros.

Isso é uma responsabilidade que passa a ser de todos nós.

Hoje a dica que dou para vocês, além do alimento vivo que ajuda nessa limpeza eliminando os odores de várias substâncias é o LIMÃO,  um grande companheiro.

Limão para CC, botar debaixo do braço, só não pode pegar sol, tem que botar a noite e dormir, no dia seguinte de manhã já está bem melhor.

Bucha, banho com bucha.

Mas se queremos sabão e espuma aqui na Vila não nos falta opção:

- Wicca Cosméticos;

- Luzia Amabela;

- Damata Cosméticos;

- Equilibre;

- Curuá.

Todas com alternativas ecológicas e sustentáveis.

Está na hora da gente começar a cuidar do nosso "corpicho" com mais                                                                                 carinho.

                                                             Tá na hora!

Tá na hora da gente parar de matar os bichos que moram na nossa "floresta".

Especialmente os cabelos. Essa história de mulheres loiras na velhice. Eu estou impressionada de ver.

Eu vi essa semana um outdoor de uma farmácia que dizia assim:

Aqui nós vendemos saúde.

Uma farmácia.

Na farmácia tinha essa família toda saudável e quem eram?

Eram bonequinhos desenhados. Tinha uma mãe com 2 filhos, um mais grandinho e um de colo, o pai, o avô e a avó loira.

Eu pensei:

- Nossa, já incorporou na nossa cultura que velha tem que ser loira. Foi eliminado a possibilidade de ela ter cabelos brancos.

Porque cabelos brancos, igual a sapo, igual a barata, ficou simbolo de coisa de velho.

E  no entanto é a nossa "floresta".

Ai fica a forma em detrimento do conteúdo, de novo, a gente tem que vender a imagem, porque esse mundo é o mundo das imagens.

Porque nessa que você põe a tinta no cabelo, você mata a "bicharada" toda que mora ali. Mata tudo!

E essa bicharada dá umas ideias pra nós. Ajuda a compreender a vida. Nós estamos interagindo com a bicharada.

A gente vai ficar loira burra depois de velha, já pensou?

Porque a gente não consegue conversar com esses microorganismos. Porque a gente desistiu em nome da forma, a gente desistiu do conteúdo e é o que nossa cultura vem fazendo com a gente o tempo todo. É a forma, é a forma, e a performance, e isso acima de todas as outras coisas.

Uma leitura interessante é A ditadura da beleza que as mulheres precisam ler para ver se elas envelhecem com mais calma, sem tanto sofrimento.

E pensar que estamos disfarçando a idade é só para quem quer aceitar isso, porque não muda nada. Você vê que aquela é uma velha loira.

Aqui não estamos conversando sobre livre arbítrio.

O livre arbítrio cada um tem. Nós estamos aqui chamando, convidando vocês para uma consciência de um ambiente onde a gente olha o corpo como um                                                           

                                                           ECOSSISTEMA VIVO.

Onde moram muitos microorganismos e onde as tintas de cabelo são altamente maléficas, inclusive porque a gente absorve pelo couro cabeludo e elas são ricas em metais pesados que são incorporados pelo nosso corpo e temos então uma serie de prejuízos por conta disso.

 

O BOTO - Alter do Chão
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