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Ç/Sairé 2019, sem palavras

Ç/Sairé 2019, sem palavras

Este ensaio fotográfico visa mostrar em contraponto às agressões contra a natureza, a verdadeira expressão do povo de Alter. A comunhão, o acolhimento, a alegria e a fé, é assim que este povo, caboclo, indígena, miscigenado à cultura do branco cristã, enraíza e dá relevância a vila e a vida. Vamos juntos, como irmãos pensar só no positivo e viver a tradição da mais antiga festa popular da Amazônia, com a esperança de apreendermos a conviver definitivamente em harmonia com o maior patrimônio do povo brasileiro, a floresta amazônica com seus rios, biodiversidade, ecossistemas e o sorriso desta gente humilde e feliz.

Sábado, 14 de setembro: busca dos mastros

Início da procissão bailada

Juíza dona Iracilda o juiz da festa Osmar Vieira

Dona Nega, matriarca do Sairé 

Detalhe do símbolo mostra flores de cetim

Dona Dalva, Saraipora

Vila ao fundo e a procissão bailada no Lago Verde

Resinalva, enfermeira, no dia da busca dos Mastros

 

Vídeo promocional da prefeitura

Quinta, 19 de setembro: ladainha, ritual da abundancia com frutas nos mastros, subida dos mastros, beija-fita, Espanta Cão

 

O BOTO - Alter do Chão
Jackson Rego Matos
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Professor associado III da Ufopa; Eng Florestal, Mestre em Ciências Florestais, INPA, 1993. Doutor em políticas públicas e meio ambiente, CDS/Unb, 2003. Professor do Instituto de Biodiversidade e Floresta. É membro da Alas, IHGTap, Folião do Sairé.

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